Abordagem moderna para a remoção de excessos de pele, focando no conforto pós-operatório e na recuperação da higiene e bem-estar. Atendimento especializado com o Dr. Felipe Prieto no Tatuapé.
O plicoma anal não é uma doença, mas sim um excesso de pele que se forma na borda externa do ânus. Geralmente, ele aparece como uma “sequela” de processos inflamatórios anteriores, como crises de hemorroidas ou fissuras
Embora não seja perigoso, o plicoma pode dificultar a higienização adequada da região e causar desconforto por atrito, levando a quadros de irritação constante, além do incômodo estético
Muitos pacientes convivem com plicomas, mas buscam o consultório quando notam:
O tratamento indicado para a remoção definitiva do plicoma é o procedimento cirúrgico. Através do uso do Laser de CO2 , o Dr. Felipe Prieto realiza a exérese (retirada) da pele excedente com extrema precisão. Diferente do bisturi elétrico c, o laser cauteriza os vasos sanguíneos instantaneamente enquanto corta, o que reduz significativamente o inchaço e o sangramento pós-operatório. Portanto, essa técnica permite um contorno mais delicado da região e uma recuperação mais confortável para o paciente.
Remoção exata apenas da pele excedente, preservando a anatomia saudável.
O laser gera menos calor lateral que o bisturi elétrico, diminuindo a dor.
Resultados estéticos mais satisfatórios e discretos.
Realizado com sedação e anestesia local, com alta no mesmo dia.
Melhora imediata na facilidade de limpeza diária após a recuperação.
O Dr. Felipe Prieto (CRM-SP 121226) é médico com mais de 20 anos de experiência, especialista em Coloproctologia com residências pela FAMEMA e UFG. Com atuação focada em cirurgias minimamente invasivas, ele traz para o Tatuapé tratamentos modernos que aliam a competência técnica ao acolhimento humanizado. Sua prática é pautada pela ética médica e pela busca de soluções que ofereçam segurança e agilidade na recuperação de seus pacientes.
Pode voltar, no entanto, é importante tratar a causa base, como o intestino preso, para evitar novos plicomas no futuro.
É mais tranquilo que na técnica tradicional, mas exige cuidados com a higiene local e uso de pomadas cicatrizantes conforme orientação médica.
Geralmente o afastamento é curto, em torno de 2 a 5 dias, dependendo da extensão da remoção e do tipo de atividade profissional.
Não necessariamente. Para muitos pacientes, trata-se de uma questão de saúde e higiene, prevenindo dermatites e infecções recorrentes.
O procedimento é indolor devido à anestesia. No pós-operatório, o desconforto é manejado com medicações analgésicas e o uso do laser ajuda a reduzir a dor inflamatória.